• Adab organiza força-tarefa para ampliação do número de propriedades georreferenciadas

Adab organiza força-tarefa para ampliação do número de propriedades georreferenciadas

26 de dezembro de 2020 \\ Geral

Gerentes da Agência Estadual de Defesa Agropecuária da Bahia (Adab) que atuam nos escritórios do interior estiveram reunidos com a diretoria da autarquia nesta quarta-feira (23), por meio de videoconferência, para alinhamento de estratégias com o objetivo de ampliar o número de propriedades rurais georreferenciadas no estado.

Abrindo a reunião, o diretor-geral da Ada, Maurício Bacelar, destacou a dedicação e competência do quadro de técnicos e profissionais da autarquia no monitoramento e manejo das pragas, campanhas de vacinação e trabalho para mitigação de riscos. “Somos uma equipe unida em busca de resultados ainda melhores. A alimentação correta do sistema da agência vai nos direcionar para programar e implementar medidas precisas na defesa agropecuária”, afirmou.

As orientações dos diretores de Defesa de Sanidade Animal e de Defesa Vegetal direcionaram os responsáveis pela execução das ações nos escritórios para que, a partir de janeiro, todas as informações captadas em campo passem a constar do sistema de informática da agência, que passou por uma total e recente modificação.

Prazo ampliado

O recadastramento de produtores e propriedades que terminaria em 31 de dezembro foi estendido até 30 de junho de 2021. “Por conta da pandemia, das dificuldades de deslocamento e para evitar aglomerações, já que o ato é realizado somente nos escritórios físicos, decidimos publicar uma portaria regulamentando a extensão do período para que possamos trabalhar com um fiel retrato do que temos do quantitativo em culturas vegetais e animais em nosso estado”, disse Maurício.

O diretor-geral da Adab reafirmou aos servidores a relevância da coleta e abastecimento do programa. “Geolocalizar todas as propriedades rurais é essencial para fechar o ciclo da defesa agropecuária, para seguirmos atuando na prevenção de pragas e doenças que não circulam em território baiano e que, com muito trabalho, estratégia e vigilância continuarão longe da Bahia”, concluiu.

Fonte: Ascom/Adab

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