• Novembro Roxo: HGRS promove exposição fotográfica com bebês vestidos de super-heróis

Novembro Roxo: HGRS promove exposição fotográfica com bebês vestidos de super-heróis

24 de outubro de 2019 \\ Geral

Vestidos com minicapas de super-heróis e fantasias de personagens infantis, os bebês internados nas unidades neonatais do Hospital Geral Roberto Santos (HGRS) participaram de uma sessão fotográfica, nesta semana, para a exposição ‘Bebês prematuros – pequenos heróis’. O projeto, idealizado pela enfermeira Ingrid Negrão e pela fonoaudióloga Taísa Oliveira, será aberto ao público a partir do dia 1º, quando terá início a campanha Novembro Roxo, que chama atenção para a prematuridade.

Entre outras questões, a ação pretende, segundo Ingrid, mostrar a força precoce dos recém-nascidos na luta pela vida. “O objetivo, além de conscientizar, é mostrar para essas famílias que seus bebês são pequenos heróis, ressaltando a força e resistência que eles têm”, conta a enfermeira, que também divide a autoria das fotos com Taísa.

“Esperamos conseguir dar apoio e esperança aos pais, mostrando para eles que não estão enfrentando essa situação sozinhos, que há uma rede de apoio ali”, reforça Ingrid.   

Todas as fantasias utilizadas na sessão de fotos foram confeccionadas com tecido de feltro do tamanho exato de cada bebê e higienizadas. A exposição acontecerá durante o mês de novembro inteiro, no terceiro andar do HGRS (ala neonatal). 

Novembro Roxo

O Novembro Roxo surgiu a partir da definição do dia 17 de novembro como o Dia Internacional de Sensibilização para a Prematuridade, já que, em todo mundo, um em cada dez bebês é prematuro. A campanha busca levar informação e suporte às famílias, além de buscar o desenvolvimento científico para que menos bebês nasçam prematuros, e os que venham ao mundo dessa forma possam sobreviver.

“A internação do prematuro nas unidades neonatais de terapia intensiva e semi-intensiva é uma situação de crise para toda a família. Esse é um ambiente estranho e assustador. É preciso levar em conta, ainda, que o bebê real é diferente do imaginado e o sentimento de culpa pelos problemas do filho atua como fator inibidor do contato espontâneo entre pais e bebês”, considera Ingrid Negrão.

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