E aí, Papá?

E aí, Papá?

Antonildes dos Santos

“Por favor, papá, queira-me bem, pois não desejo mal a ninguém!”

11 de setembro de 2017 \\ E aí, Papá?


Rádio Geral

Dia 7 de setembro começo a apresentar o programa “Papaar, com Antonildes dos Santos”, na Rádio Geral, do grupo Folha do Estado da Bahia, das 14 às 15 horas. Todas terças e quintas vamos ter este encontro. No primeiro programa vou “papaar” com a podóloga Ana Francis Ribeiro. Terça-feira, 12, o convidado será o cantor Marlon Góes, ex-vocalista da banda Top da Galáxia. Ele vai falar sobre a sua carreira solo. Acesse e confira: radiogeral.com.br


Será?

O repórter do Estadão, Marcelo Rubens Paiva, diz que sempre quando a barra pesa para direita, judiciário e mídia recorrem sempre a denunciar novamente Lula. Criar capas de jornais, fatos políticos e cortinas de fumaça, no mesmo dia que apreenderam malas de dinheiro com mais de 51 milhões de reais em apartamento ligado a Geddel Vieira Lima, quando áudios de Joesley citariam Ministros do STF, quando é revelado documento que esposa de Sérgio Moro recebeu dinheiro de doleiro que acusa amigo de Moro de receber propina e após Janot perder a denúncia contra Temer, para ficar bem com a mídia, Janot denuncia Lula e Dilma.


Combate seletivo

Estranho até agora o comportamento das pessoas que no governo Dilma diziam lutar contra a corrupção. Batiam panelas, iam às ruas protestar. Agora no governo Michel Temer (PMDB), apesar de várias denúncias comprovadas, o silêncio. Manifestações eram só contra a "corrupção de Lula, Dilma e do PT". Cadê os patos, camisas amarelas e paneleiros? Uns podem, outros não?


Filme

A estreia do polêmico filme sobre a Operação Lava Jato foi marcada pelo silêncio nas redes sociais e na imprensa. Segundo o jornal paranaense Gazeta do Povo, o filme estreou em 16 salas de Curitiba e contou com uma média de 60 pessoas por sessão, "sem a lotação esperada".


Geddel

O ex-ministro da Secretaria de Governo, Geddel Vieira Lima (PMDB), voltou a ser preso em regime fechado, pela Polícia Federal. Ele foi detido pela primeira vez no dia 3 de julho, por decisão do juiz federal Vallisney de Souza Oliveira, tendo sido transferido para a prisão domiciliar nove dias depois, por decisão do desembargador Ney Belo. O segundo pedido de prisão foi feito após a descoberta de um “bunker” vinculado ao ex-ministro no qual foram encontrados mais de R$ 51 milhões em malas e caixas. Geddel foi levado de volta para Brasília, onde cumprirá a nova detenção preventiva, também assinada por Vallisney. O juiz também determinou a prisão do advogado Gustavo Ferraz, exonerado do cargo de diretor da Defesa Civil de Salvador (Codesal), pelo prefeito ACM Neto (DEM) após a prisão.


Geddel II

O número é assustador: R$ 51.030.886,40. Essa foi a maior quantia em dinheiro vivo já apreendida pela Polícia Federal brasileira em toda a história. O montante estava escondido em seis malas e oito caixas de papelão, dentro de um apartamento em Salvador, na Bahia. Os agentes da Polícia Federal demoraram mais de 14 horas para fazer a contagem do dinheiro. Eles usaram sete máquinas automáticas para somar as cédulas, que estavam divididas entre reais (R$ 42.643.500) e dólares (US$ 2.688.000). A Polícia Federal encontrou o dinheiro na manhã no dia 5, em um desdobramento da "Operação Cui Bono?", deflagrada em janeiro e que investiga fraudes em liberação de empréstimos da Caixa Econômica Federal. A Polícia Federal conseguiu encontrar digitais do dedo médio e mindinho da mão esquerda de Geddel. Já de Gustavo Ferraz foram do dedo anelar da sua mão direita.