• Prefeito Colbert Martins avalia primeiros meses de gestão e fala sobre principais ações e captação de recursos para obras

Prefeito Colbert Martins avalia primeiros meses de gestão e fala sobre principais ações e captação de recursos para obras

16 de junho de 2018 \\ Geral

O prefeito Colbert Martins que há 60 dias assumiu a prefeitura de Feira de Santana participou de entrevista no Programa Acorda Cidade e falou como está a sua adaptação ao governo nesses primeiros meses, além da integração entre a equipe e as ações pra atender as principais demandas da população da cidade. Colbert falou sobre o trabalho de recuperação do piso da cidade e tapa-buracos que estão entre as principais queixas de motoristas e moradores. O secretário municipal de Serviços Públicos, Justiniano França, acompanhou o prefeito aos estúdios da Rádio Sociedade News FM e respondeu algumas perguntas dos ouvintes. Confira abaixo a entrevista.

Foto: Ed Santos/Acorda Cidade

 

Acorda Cidade (AC) : O senhor tem 60 dias que a frente da prefeitura. Qual é a avaliação que o senhor faz até aqui?

Prefeito: É um período de adaptação, de integração com toda a equipe. Estou dando continuidade a todas as ações iniciadas pelo ex-prefeito José Ronaldo e que são ações de interesse do povo de Feira de Santana.

 

AC: Bom, o senhor já percebeu que a grande demanda é em relação ao pavimento. Qual será a ação adotada?

Prefeito: Desde 2010, nós não tínhamos tantas chuvas em Feira de Santana. Agora, esse período intenso de chuva é importante principalmente para as pessoas que vivem e trabalham na zona rural, teremos produção grande em razão das chuvas. (...) Existem problemas na cidade, eu reconheço. As pessoas estão preocupadas com esse tipo de problema. Eu vou recuperar o piso da cidade. O que eu não posso fazer nesse momento é recuperar, fazer um tapa buraco, chover amanhã e o buraco aparecer de novo. Peço as pessoas que tenham o máximo possível de tolerância e paciência porque a prefeitura de Feira de Santana vai recuperar tanto na zona rural quanto na zona urbana.

 

AC: Mas, alguns pontos precisam de, pelo menos, um paliativo. Por exemplo, a Av. José Falcão estava com um lado da pista interditado, isso não pode continuar.

Prefeito: A Secretaria de Desenvolvimento Urbano estava trabalhando quando a reportagem do Acorda Cidade chegou no local. É necessário tirar a água do local, depois fazer a recolocação de betume e asfalto. Nós estamos trabalhando. Agora, a quantidade de danificações de pavimento é muito maior que a nossa capacidade de recuperar.

 

AC: O senhor já tem alguma ideia de como está a cidade? Algum levantamento?

Prefeito: Tenho visto que não é apenas com relação à piso asfáltico. Nós temos tido problemas com relação à paralelepípedos, drenagens. Estive em Brasília, durante três vezes, buscando recursos para compra de material asfáltico e eu não consegui receber ainda até porque depois da greve dos caminhoneiros muita coisa está sendo cortada para poder pagar o subsídio ao diesel. Eu espero ainda contar com alguns recursos para fazer a recuperação do piso. Mas, se por acaso tiver algum problema em Brasília, nós vamos ter que utilizar os nossos recursos mesmo.

 

AC: Nesse caso, o senhor foi buscar recursos da união ou empréstimos?

Prefeito: Da União. Solicitei 10 milhões de reais que, segundo nossos cálculos, daria para fazer um grande recapeamento asfáltico.

 

AC: Algumas ruas, à exemplo da Rua Tomé de Souza, não tem mais condições de “tapa buraco”. Como vai ser resolvido?

Prefeito: Com o recapeamento. Tem lugares, aqui nos Capuchinhos por exemplo, que o asfalto, pelo tempo de uso, precisa ser recuperado. Vou buscar recursos para fazer uma grande ação de recapeamento asfáltico e recomposição de piso à paralelepípedo.

 

AC: A marginal que sai do Cajueiro até o Santo Antônio dos Prazeres é uma emenda de deputado e está abandonada. O que é que acontece com aquela obra?

Prefeito: Aquela obra está sendo concluída agora, porque a maior parte do recurso dela foi utilizada para fazer uma grande drenagem. Foram gastos quase 4 milhões de reais. Uma parte desses recursos foi liberado há pouco tempo. A questão da interligação também está dependendo de finalização mas a obra está em andamento. Mas, mesmo com todos os problemas que se tem, se não fosse a marginal com as dificuldades de trafegabilidade, estaríamos praticamente parados.

 Fonte: Acorda Cidade 

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